Há alegria, e não apenas prazer, na decadência. Nos olhos que escolheram a morte e agora se passeiam pelo meu passo ao arrepio da dignidade. Julgam-se protegidos pela noite, como antes se criam salvos pela cegueira. Estava lua-quase-cheia a caminho do eclipse, Júpiter brilhava na longa viagem entre oposição e desaparecimento. Nada, e não apenas as poses, muda. |