Mas suicidam-se muito, os nossos modelos (inalcançáveis, etc.), provavelmente por se fartarem da vida longe do desafio visível da miséria que são forçados a levar. E agora também se massacram na escola de uma forma incomparavelmente mais definitiva que a nossa, certamente por passarem tempo a mais no poço da perversidade electrónica desde tenra idade. Às famílias e comunidades enlutadas, os nossos sinceros e condoídos sentimentos lusitanos, a nossa mais sincera solidariedade europeia e o nosso melhor obrigado. Sois o nosso refrigério. |